home Direito e cidadania, Economia, Policia, Política Se Dario Messer e filho não se apresentarem hoje a justiça será emitido mandado de prisão no Paraguai – Paraguay

Se Dario Messer e filho não se apresentarem hoje a justiça será emitido mandado de prisão no Paraguai – Paraguay

O primo do Presidente Cartes e suposto cúmplice de lavagem de dinheiro também deve ir a uma audiência no Judiciário hoje. De diferentes sites, a Messer enviou US $ 41 milhões para o BNF.

Dario Messer, Juan Pablo Jimenez Viveros (primo do presidente Horacio Cartes) e Dan Wolf Messer (filho de Dario) deve ser apresentado esta manhã, às 9h00, antes de o juiz Crimes Econômicos, Humberto Otazú, por medida cautelar.
Em caso de não comparecimento, o magistrado ditará a rebelião e o mandado de prisão contra eles.É na causa da imputação dos alegados crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, por um suposto branqueamento de mais de 40 milhões de dólares, que foi apresentado pelo procurador René Fernández.Após a acusação, o juiz Otazú admitiu o pedido de Fernández e ordenou a apreensão de contas bancárias, bens móveis e imóveis e inibição geral da venda e tributação de ativos e até mesmo o confisco de uma aeronave dos réus.

Da mesma forma, convocou-os à audiência para impor medidas, e se eles não comparecerem lá, a prisão será ditada a nível nacional, com respeito à causa em nosso país. O único que já tem prisão domiciliar é Adolfo Granada, que compareceu perante o Ministério Público.

Em 23 de maio, o cidadão brasileiro Ilan Grinspun, administrador das empresas Messer, também é citado pela imposição de medidas cautelares. Sua imputação foi mais tarde.

Messer, considerado o “irmão” do presidente Horacio Cartes, tem de captura internacional um processo de detenção para extradição pelo juiz de instrução Miguel Tadeo Fernández, a pedido dos tribunais brasileiros.

No entanto, com o processo em nosso país, a extradição ficaria suspensa até que terminasse seu caso no Paraguai. Tudo isso, claro, se ele próprio for preso no Paraguai, pois até o momento ele é um fugitivo.

investigado. A imputação do Ministério Público alega, entre outras coisas, que entre 2013 e 2016 conta na companhia Banco Nacional de Desenvolvimento Chai SA -cujo acionistas foram Dario Messer e Juan Pablo Jiménez Viveros- contas recebeu mais de 41 paraísos fiscais milhões de dólares.

Da mesma forma, a pesquisa fiscal sugere que Chai e Matrix Realty SA empresa -outro onde Messer e primo foram shareholders- meteórica Cartes aumentou seu capital ao longo dos anos, apesar relataram perdas a cada ano.

Essas duas empresas têm contas habilitadas na Puente Casa de Bolsa SA e, a partir daí, realizaram operações de ações, com foco em títulos do Tesouro e títulos corporativos. A esse respeito, os documentos da pasta fiscal indicam que todas as operações de estoque seguiram um esquema semelhante; tanto as ações adquiridas na bolsa de valores dos Estados Unidos quanto os títulos comprados no Brasil e no Paraguai foram vendidos no curto prazo, em alguns casos até no mesmo dia.

Com relação à prima do presidente, a denúncia afirma o seguinte: “É importante também ter em mente que Juan Pablo Jiménez Viveros é ou estava vinculado como acionista a todas as empresas relacionadas a Darío Messer”.

Jiménez Viveros é também acionista da Pegasus Inversiones SA, junto com o filho de Darío Messer e também acusado no caso, Dan Wolf Messer.

Por outro lado, Adolfo Enrique Granada Cubilla, segundo a imputação, figurava como representante da Chai SA perante a Direção Nacional de Aduanas. A empresa importou em 2015 um avião da marca Raytheon Aircraft Co, modelo 58, no valor de US $ 525.000. Granada deu uma longa declaração ao Gabinete do Procurador.

 

Fonte: Ultima Hora do Paraguay

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